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sexta-feira, 10 de julho de 2015

Zé Filho fecha unidade do Sesi de Cocal

A Unidade Integrada de Educação e Formação SESI/SENAI no município de Cocal é mais uma que está encerrando as suas atividades. Dezenas de funcionários estão sendo demitidos de suas funções na Unidade que funcionava há mais de 20 anos e que prestou diversos serviços à população, como atendimento médico e odontológico, lazer e educação aos filhos dos funcionários da indústria e comunidade em geral.

Imagem: Lucas Dias/GP1
Outras unidades

Em Picos, o Centro Integrado Senador Nilo Coelho foi fechado depois de 28 anos de funcionamento e demitido todo corpo médico e de dentistas, além de prestadores de serviços na área social e funcionários.

As demissões de servidores por parte de Zé Filho ocorreu também nas cidades de Parnaíba e Piripiri. Na última terça-feira (30), uma funcionária que estava na lista de demitidos na unidade do Sesi de Parnaíba chegou a desmaiar.

Em Piripiri, foi anunciada a demissão de funcionários e o fechamento da unidade do Serviço Social da Indústria - SESI após 13 anos de funcionamento. O que levou o vereador Murieel Queiroz Cavalcante Carvalho (PTB) fazer um desabafo pelo facebook.

Fiepi resolve falar

A assessoria da Fiepi enviou ao GP1, na manhã desta quinta-feira (09), matéria sobre sobre as demissões que estão ocorrendo no Piauí.

Segundo a assessoria, essas demissões acontecem devido aos atrasos nos repasses do Governo Federal e que o Senac, Senai, Sesi e Senat deixaram de receber R$ 700 milhões impossibilitando, dessa forma, que muitas ações dessas entidades sejam prosseguidas.

“A FIEPI, do Piauí concluiu sua lista de dispensas, mas segundo informações é uma das menores. Foi feito um grande programa de expansão do Sistema, escolas foram abertas em Esperantina, Bom Jesus e Corrente, além das reformas do CFP José de Moraes Correia, Escola Simplício Dias, recentemente inaugurada, e a escola integrada Dep. Moraes Souza, com previsão de entrega neste segundo semestre de 2015 em Parnaíba, investimentos que somam mais de R$ 45 milhões de reais, agora tudo fica em retração, esperando algum milagre vir de Brasília”, diz trecho da matéria.

A Fiepi alega ainda que a situação se repete em outros estados, como o Paraná “onde as demissões não pouparam nenhum dos setores de abrangência administrativa, o mesmo em Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Nestes 3 (três) estados o número de demissões é enorme e o processo ainda não acabou. Todos no sistema ainda estão apavorados”.


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