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segunda-feira, 5 de junho de 2017

Alunos cocalenses avançam na Olimpíada Nacional de História do Brasil

Alunos da Escola Pinheiro Machado participam da Olimpíada Nacional de História do Brasil. A Equipe "História - Pinheiro Machado" é composta pelos alunos, Deoclesio de Oliveira Brito do 3º ano "A", Maria Eduarda Rodrigues Cerqueira do 3º ano "B" e Júlia Naelly Machado Silva do 3º ano "C" e pelo professor orientador Raimundo Nonato Bitencourt Pereira.


A Equipe "História - Pinheiro Machado", está na 5º fase da ONHB, agora os alunos estão em busca da tão sonhada 6º fase que será presencial, em São Paulo, na Unicamp.

Ao longo das fases a Equipe teve que fazer tarefas, e a 4º fase com certeza foi uma das melhores e mais gratificantes, visto que, foi produzido um PASQUIM, que tinha como principal objetivo fazer uma crítica em relação à retirada da obrigatoriedade da disciplina História.

Veja abaixo o Pasquim elaborado pela equipe:

O Pasquim foi um semanário alternativo brasileiro, de característica paradoxal, editado entre 26 de junho de 1969 e 11 de novembro de 1991, reconhecido pelo diálogo entre o cenário da contracultura da década de 1960 e por seu papel de oposição ao regime militar. (Wikipédia) 

Fonte: Blog da Escola Dep. Pinheiro Machado

Alunos do Campus Cocal produzem um “Pasquim” na 9ª Olimpíada Nacional de História


Como parte das atividades da 4ª fase da Olimpíada Nacional de História os alunos de IFPI Campus Cocal foram desafiados a produzirem um jornal aos moldes do “Pasquim” publicação da impressa alternativa famosa no período da Ditadura Militar no Brasil. 

O tema definido pela organização da competição girou em torno das incertezas do futuro do Ensino de História por meio da recém aprovada reforma do Ensino Médio. Os alunos Beatriz Pacheco, Ravena Oliveira e Hielon Brito escolheram homenagear a capacidade de mobilização dos alunos do Campus Cocal e problematizar a importância do Ensino de História a partir da disciplina contribuição na formação crítica e política. 


A professora de História, Ariane Lima, avalia a participação de seus alunos na competição nacional como importante forma de valorizar o Ensino de História ao fugir das antigas formas de se ensinar e História e mostrar narrativas históricas atrativas.

Assim como pensa historiadora Natalie Zemon Davis , a História, “ [...] nos serve pelas perspectivas que nos abre, pelos pontos de vistas que nos descortina, a partir dos quais podemos olhar e entender o presente. Também nos serve pela sabedoria ou paciência que pode nos dar e pela esperança de mudança com que pode nos confortar.”


Fonte: Diretoria de Comunicação Social

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